sexta-feira, 26 de abril de 2013

O prazer de Deus na nossa adoração




Apocalipse 4.11 diz: "Tu criaste todas as coisas, e é para o teu agrado que elas existem e foram criadas". Deus criou todas as coisas para seu prazer. Eis a razão porque existem partes distantes do universo que nunca foram e talvez nunca serão vistas pelo homem. Elas foram criadas para o prazer de Deus e não do homem. Sim, existem coisas nos céus, na terra e debaixo da terra, coisas visíveis e invisíveis que foram criadas somente para o prazer de Deus. O próprio homem também o foi. Adorar a Deus é reconhecer isso em tudo. Tudo o que sou e faço deve ter como propósito o prazer de Deus.
O pecado fez com que o homem buscasse em primeiro lugar o seu próprio prazer e, pior, fez com que o homem achasse que o fato dele ter prazer em algo significa que Deus também está tendo. Não é assim não! Muitas vezes, eu não estou me agradando de algo (de um culto minúsculo, sem instrumentos musicais para acompanhar os hinos, por exemplo), mas Deus está. Muitas vezes, eu estou me agradando de algo (de uma apresentação musical que mexeu com as minhas emoções, por exemplo), mas Deus não. Adorar a Deus é dizer e viver “se Deus gosta, isso é o que importa”.
Infelizmente, a igreja se deixou impregnar pelo espírito consumista e ególatra da sociedade em que vivemos. Se uma pessoa vai a uma loja e não é bem atendida, o que ela faz? Vai a outra. Se a loja não tiver o que ela procura, ela vai a outra. Se o preço não for o mais baixo, ela vai a outra. A mesma coisa se faz com a igreja. Uma pessoa frequenta um grupo para ser suprida, e se naquele lugar não for bem atendida, não achar o que procura ou achar um lugar que mais lhe atrai, é para ali que a pessoa vai.
Poucos são os que entendem que devemos nos reunir para adorar a Deus com nossos dons. Minha pergunta não deve ser: “O que essa igreja tem para me oferecer?”. Minha pergunta deve ser: “Como posso servir da forma que possa deixar Deus contente? Será suportando alguém, perdoando, levando uma cesta básica, orando por um irmão, levantando um caído, fortalecendo um fraco, animando um abatido, dando um abraço em alguém?”.
Talvez, o que fazemos não seja algo que chame a atenção dos homens, nem arranque aplausos. Mas o adorador só quer saber se Deus está se agradando dele. O adorador sabe que diante de Deus, muitos primeiros serão últimos, e muitos últimos, primeiros. O adorador quebra seu vaso de perfume caríssimo (sua vida, seu tempo, seus bens, sua família) e o despeja em Jesus, mesmo diante dos protestos daqueles que acham isso um desperdício ou um fanatismo. Para ele, o que importa é que Jesus está aceitando o que ele faz.
O adorador sabe que não precisa esperar até o horário do culto para adorar. Sua vida inteira é uma adoração. Talvez o adorador nunca pegará num microfone e subirá num palco acompanhado por instrumentos musicais de marca famosa. A disputa por isso já é muito grande. Mas o adorador cantará até mesmo numa prisão, com mãos e pés presos, com a voz desafinada por causa de sua posição (ou de suas lágrimas), mas seu louvor poderá provocar um terremoto que abrirá as portas da sua prisão e de outros.
Não é necessário muito esforço para se achar “estrelinhas”. Elas estão por toda parte. Mas o Pai está procurando aqueles que o adorem.

http://kedsonni.blogspot.com.br/

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Os dois alicerces


A parábola dos dois alicerces está registrada em Mateus 7.24-27.

Jesus conta a história de dois homens, um prudente e outro insensato. Ambos edificaram suas casas, porém, cada um deles edificou de uma forma, em um fundamento diferente. Um deles construiu os alicerces de sua casa sobre uma rocha, enquanto o outro construiu na areia. Jesus evidencia a diferença das duas construções, comparando-as com aqueles que ouvem e praticam a Sua palavra e os que fazem o contrário.
Explicando as parábolas de Jesus: Os dois alicerces


Todos podem construir. A parábola deixa claro que todos têm possibilidades de construir coisas aqui nessa terra. Insensatos e prudentes fazem suas construções. Alguns, sabiamente, constroem sobre o fundamento da vontade de Deus. Esse têm suas “casas” construídas em um alicerce forte e resistente. Outros, insensatamente, constroem sobre um fundamento que não agrada a Deus. Esses têm suas “casas” construídas em um alicerce que não aguenta uma misera mudança climática sem ficar em pedaços.

A forma como construímos nossa “casa” determinará o futuro dela. O texto deixa claro que a forma como é feita uma construção atua com forte impacto no futuro dela. A casa construída sobre os fundamentos corretos enfrentará chuvas, transbordamento de rios, fortes ventos, mas permanecerá firme, protegendo quem está dentro dela. Já a casa construída sobre fundamentos incorretos tem sua destruição certa, pois não aguentará a força da natureza contra ela, sendo ruína para quem mora nela e ela própria sofrerá grande destruição.

Ouvir e praticar a palavra de Deus é o alicerce que fortalece contra as intempéries da vida. Jesus trabalha nessa parábola sobre o grande poder da Palavra de Deus. Alguém que ouve e coloca a palavra do Senhor em prática é comparado a alguém prudente, alguém que consegue resistir às condições mais adversas da vida e permanecer firme, pois seu alicerce está no lugar certo, sendo suficientemente forte e resistente.

A nossa “casa” precisará passar pela prova. Tanto a casa construída pelo prudente quanto a construída pelo insensato, tiveram de passar pelas provas. Isso nos indica que todos nós passaremos por problemas, por provações, que virão se chocar contra a “casa” que construímos. Se ela ficará de pé ou não, se será aprovada ou não, dependerá dos alicerces em que lançamos a nossa construção.

Fonte : www.esbocandoideias.com

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Fotos do 2º Aniversário da nossa Igreja !

Com um pouco de atraso, mas aí estão algumas fotos do 2º aniversário da AD congregação Palmeira, dias onde agradecemos ao Senhor por tudo que Ele fez e tem feito em nosso meio. Onde o Senhor operou maravihas e o nome Dele foi mais uma vez glorificado !  


















terça-feira, 2 de abril de 2013

3° Vestibular Bíblico da nossa Igreja !

No dia 23 de Março de 2013 foi realizado mais um Vestibular Bíblico em nossa Igreja. Desta vez, estudamos o livro de Gênesis. Parabenizo a todos os participantes pela força de vontade e dedicação.
Os 3 primeiros colocados foram : Thaís e Júlio- 3° lugar, Simone- 2° lugar, Leandro- 1° lugar !
No dia 24 entregamos os diplomas e as premiações. Nosso próximo Vestibular será sobre o livro de Atos, desde já comecem a estudar !












segunda-feira, 1 de abril de 2013

O FRACASSO DE GEAZI

Voltou Eliseu para Gilgal. Havia fome naquela terra, e, estando os discípulos dos profetas assentados diante dele, disse ao seu moço: Põe a panela grande ao lume e faze um cozinhado para os discípulos dos profetas.” II Re. 4.38.
Geazi pertencia ao grupo de discípulos do profeta Eliseu. Seu nome significa –Vale da Visão – Talvez pelas expectativas criadas sobre um futuro promissor como um profeta de Deus. Elias escolheu o jovem Eliseu para sucedê-lo. Eliseu se tornou um grande profeta de Deus dando continuidade ao ministério de Elias. Depois Eliseu escolheu Geazi para ser o seu sucessor. Mas não aconteceu a mesma coisa com Geazi. Por que Eliseu escolheu Geazi? O que aconteceu com esse jovem discípulo? Por que ele se perdeu em seu ministério? Por que não foi o que deveria ter sido? Quero mostrar quatro etapas da vida de Geazi. Talvez assim possamos compreender melhor o fracasso de Geazi como um profeta de Deus.
PRIMEIRA – Um discípulo fiel e conselheiro (II Re. 4.11,12) – Geazi era um discípulo que sempre acompanhava Eliseu em suas viagens. Ele era o homem de confiança do profeta. Até mesmo recados simples ele era encarregado de fazer. No momento de gratidão de Eliseu pela bondade da mulher sunamita, ele aconselhou que o profeta poderia dar-lhe um filho. E assim Eliseu o fez. Seguiu a orientação do jovem discípulo. Um início ministerial maravilhoso. Cheio de sonho e esperança.
SEGUNDO – Um discípulo que fracassou na primeira missão (II Re. 29-31) – Apesar de sua aparente dedicação ao seu mestre, Geazi passou por uma das experiências mais desagradáveis na vida de um discípulo. Ele fracassou na sua primeira missão. Eliseu pediu que ele fosse até a casa da sunamita, que estava com seu filho morto, e o orientou a passar o bordão sobre o rosto do menino. Assim, Geazi o fez. Mas a criança não ressuscitou.  Em seguida ele trouxe a notícia do seu fracasso a Eliseu. Que lamentável. Será que ele superou?
TERCEIRO – Um discípulo ambicioso e mentiroso (II Re. 5. 20-26) – Aqui já percebemos Geazi chegar ao fundo do poço. Eliseu rejeitou os presentes de Naamã por causa da curou que realizou na vida do famoso comandante dos exércitos Sírios. Geazi presenciou tal atitude do profeta. Depois que Naamã saiu da presença de Eliseu, Geazi correu atrás do comandante e mentiu. Disse que Eliseu, em virtude de ter chegado à aldeia dois jovens visitantes, tinha mudado de ideia.  Aceitaria os presentes. Geazi correu atrás do pecado.
QUARTOUm discípulo leproso e perdido (II Re. 4. 27) – Que tristeza, o jovem discípulo se afunda na lama do fundo do poço. Agora, um discípulo que começara tão bem seu ministério, encontra-se na total ruína física e espiritual. Eliseu repreende e pune severamente seu aluno. Geazi foi expulso da presença do profeta e dos outros discípulos. Vergonha total. Ele não tinha prejudicado apenas saúde, mas todo seu ministério. Mesmo depois (II Re. 6.15-17; 8.4) ele tendo sua saúde física restaurada, Geazi não conseguiu mais reerguer nem restaurar seu ministério. O jovem discípulo tornou-se um contador de história do profeta de Deus (8.4), quando poderia ter feito sua própria história com Deus. Geazi se perdeu em meio ao seu ministério profético. Ele não conseguiu ser aquilo para o qual foi chamado – UM PROFETA.

CONCLUSÃO – Geazi é um exemplo e um alerta para cada um de nós. Ele foi privilegiado ao ser escolhido pelo profeta Eliseu para ser o sucessor na linhagem dos profetas. Mas ele foi negligente. Paulo orienta o jovem Timóteo - Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério. Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto. Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes. I Tm. 4.14-16. Muitos começam seus ministérios bem demais. Porém, diante dos primeiros obstáculos ou fracassos seus corações já não demonstram tanta fé e firmeza no seu chamado.  A coisa piora quando muitos jovens com grande potencial para ministérios da Igreja deixam-se se envolver com sentimentos ambiciosos e práticas mentirosas. Geazi se envolveu com atitudes reprováveis por Deus. Paulo sabia o quanto isso é perigoso para qualquer cristão - Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou. II Tm. 2.4. Por muitos não vigiarem acabam como Geazi, perdido em seu ministério. Cuidado para que você não se torne um discípulo perdido dentro da Igreja do Senhor.

segunda-feira, 11 de março de 2013

A Bíblia realmente condena o sexo antes do casamento ou isso é uma invenção dos religiosos?

Postado por Dassayev

Antes de me casar, como qualquer jovem, eu sonhava – e muito – com o momento de ter minha primeira relação sexual. Logo aos 14 anos me converti e fui apresentado ao pensamento pregado na igreja de que sexo antes do casamento era pecado. No começo eu não acreditava nisso, principalmente por causa dos hormônios que estavam à flor da pele. Mas resolvi ver com meus próprios olhos – na Bíblia – se Deus condenava realmente o sexo antes do casamento ou se era mais uma regra religiosa sem fundamento.
a-biblia-condena-o-sexo-antes-do-casamento
(1) Nossa análise começa na criação, quando Deus dá orientações ao primeiro casal, que acabara de formar: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” (Gênesis 2.24). Esse texto já nos traz uma ideia bem clara sobre a vontade de Deus no relacionamento de um casal! Homem e mulher tornam-se “uma só carne” – expressão usada para a relação sexual -  após assumirem um compromisso um com outro e perante a sociedade (deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher). É evidente que o texto fala do sexo dentro de uma união de casamento! Por mais que alguns “moderninhos” tentem defender o sexo fora do casamento como correto, não dá para enquadrá-lo dentro da orientação de Gênesis 2.24!
Aos mais céticos, darei mais alguns bons exemplos bíblicos sobre a questão:
(2) Em 1 Corintios 6.18 temos uma orientação interessante: “Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.”. A palavra grega usada para “impureza” nesse texto é “porneia” e é aplicada com o significado de “relações sexuais ilicitas”. No contexto do texto apresentado, que fala sobre a união do crente com Cristo e da “união” do crente com o pecado, Paulo usa o exemplo de uma união sexual com uma prostituta (Veja em 1 Co 6.16). Nesse sentido fica claro que temos aqui uma clara menção, dentre as várias formas de imoralidades sexuais, do sexo antes do casamento como sendo impureza e imoralidade, coisa que representa um pecado e da qual devemos fugir.
(3) Paulo trabalha ainda mais essa questão dando um conselho interessante a casais solteiros que estão muito “acesos”: “Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado.” (1 Cotintios 7.9). Se sexo antes do casamento não é pecado, por que não apagar logo essa “chama” antes mesmo de casar? Por que Paulo não orientou que transassem logo e, depois, quando tivessem vontade, se casassem? Por que Paulo orienta que a “chama” da vontade de transar seja apagada apenas após o casamento? Fica claro que é porque é pecado e não agrada a Deus!
(4) Não existe nenhuma menção positiva na Bíblia do sexo praticado antes do casamento e nem qualquer orientação ou incentivo a respeito da prática de sexo antes do casamento. Pelo contrário, essa atitude é enquadrada como pecado: “e que, quando for outra vez, o meu Deus me humilhe perante vós, e chore eu sobre muitos daqueles que dantes pecaram, e ainda não se arrependeram da impureza, prostituição e lascívia que cometeram.” (2 Corintios 12.21 – Grifos meus – Cf. Gálatas 5.19; Colossenses 3.5). Todas as palavras grifadas apontam para um uso errado da sexualidade. Observe a ênfase no uso de três palavras diferentes para enquadrar tais práticas! Isso mostra uma preocupação grande com os absurdos praticados e o quanto desagradam a Deus.
(5) A menção positiva e o incentivo que vemos na Bíblia é ao casamento como algo vindo de Deus para a bênção do ser humano. O uso da sexualidade é abençoado – apenas – dentro dele: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros.” (Hebreus 13.4). Observe que se o casamento é digno de honra, as outras formas de “união” são desonrosas, o que é claramente apontado pelo trecho “porque Deus julgará os impuros e adúlteros”.
(6) Dessa forma concluímos que Deus realmente não aprova o sexo antes do casamento e que essa regra não é apenas uma imposição religiosa como alguns dizem!

blog esboçando idéias

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O que significa a mulher ser submissa ao marido?


A orientação do Senhor a respeito da submissão da mulher ao marido está registrada em vários versículos na Bíblia (1Pe 3.1; 1 Pe 3.5; Cl 3.18; Ef 5.22; Ef 5.24). Vou destacar aqui esse verso: “Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.” (Efésios 5.24).
A comparação feita entre a submissão da igreja a Cristo e a submissão da mulher ao marido é perfeita para explicar o que realmente significa essa submissão. Porventura, seria algo ruim, como igreja, estarmos submissos a Cristo? Não nos sentimos protegidos Nele, não sentimos prazer em fazer a Sua boa e perfeita vontade, em cooperar com Sua missão? Não confiamos na ação Dele e fazemos de tudo para agrada-Lo? Ele não é a nossa direção, nosso líder maior, nosso exemplo? Servir a Cristo não é uma das melhores satisfações que a Sua igreja pode viver? Não é uma bênção, ainda que possa haver tribulações envolvidas?
Pois bem, esse é o exemplo máximo de submissão que deve haver dentro do casamento! O marido, tal qual como Cristo diante de Sua igreja, deve ser o líder do lar. Deve ser amável, atencioso, respeitoso, abençoador, protetor, sustentador, aconselhador, etc, com sua submissa esposa. Essa é a missão que Deus deu ao homem dentro de seu lar, esse é o seu lugar. Qualquer atitude violenta ou não amorosa não cabe aqui. A Bíblia diz aos maridos: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25). A pergunta que fica é: Qual esposa não se sentirá amavelmente impelida a ser submissa a um marido que a ama como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela? Esse é o segredo da submissão bem sucedida!
A esposa deve tal qual como a igreja, se submeter à liderança do marido dentro do lar, cumprindo o propósito tão bem especificado em Gênesis 2.18: “Disse mais o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.”. A esposa deve ser uma amorosa auxiliadora, cooperando com a liderança – e missão – de seu marido para a edificação mutua. Lembrando que esse fato não faz da esposa maior nem menor que seu marido, pois ambos foram feitos à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.27).
Partindo agora para uma pequena análise do termo “submissa” empregado na Bíblia, vemos que a palavra grega usada é “hupotasso” e é formada por duas outras: “hupo”, que significa “sob”, e “tasso”, que significa “colocar em ordem, organizar”. A expressão completa significa algo como “estar sob a liderança de alguém que organiza, de um líder”. Assim, até na aplicação da palavra, o marido é reconhecidamente identificado como o líder dentro do lar e a submissão da esposa uma realidade abençoada para o bom andamento do relacionamento e do lar. O termo não sugere uma relação de obediência cega e à força, mas de boa vontade, voluntariamente e para um bem comum.
O termo “hupotasso” também era usado como um termo militar grego que significava “organizar [divisões de tropa] numa forma militar sob o comando de um líder”. Em um uso não militar, era “uma atitude voluntária de ceder, cooperar, assumir responsabilidade, e levar um carga”.
Assim, a submissão bíblica da mulher nada tem a ver com inferioridade e nem com o homem ser o “bam-bam-bam” no relacionamento, tratando sua esposa como um objeto. Antes, significa cooperar mutuamente, cada um em seu papel para um bem comum, que é a edificação do lar e de cada um em amor. Dessa forma, deixo um desafio aos casais na aplicação bíblica da submissão:
Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor. Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura.” (Colossenses 3.18-19)


http://www.esbocandoideias.com